Archive for October, 2009
fonte: Jornal da Tarde – Coluna “Você Precisa Saber”
Autor: Roberto Fonseca
Um dos articuladores da pré-campanha de Aloysio Nunes Ferreira, chefe da Casa Civil, ao governo paulista, o tucano Silvio Silva ganhou, da gestão Gilberto Kassab (DEM), vaga no Conselho de Administração da São Paulo Transportes. O espaço lhe dá direito a um jeton* mensal de R$ 6 mil.
Entre Membros de conselhos das empresas municipais, há secretários, assessores e aliados eleitorais de Kassab – PMDB, PV e PSC.
Silva, segundo tucanos, também atua com o presidente da Assembléia, Barros Munhoz, aloysista declarado. O jeton* dado a ele irritou aliados do prefeito e do secretário, que esperavam ter pedidos atendidos primeiro.
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*Jeton é o pagamento que se faz a parlamentares, nos níveis municipal, estadual e federal por sessões extraordinárias. pt.wikipedia.org/wiki/Jeton
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Opinião do Autor: O tucano citado (?), Silvio Silva que atua com o presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo, não é bem visto pelo partido, justamente por maracutaias e falcatruas contra os próprios membros do partido, na campanha das eleições de 2008, ele foi um dos principais aliados do Prefeito Gilberto Kassab para que o candidato do partido fosse o atual prefeito, deu-se então um “racha” dentro do partido pois uma ala queria a candidatura própria, idéia prevaleceu com a candidatura de Geraldo Alckmin, porém mesmo depois de Convenção do Partido escolhendo Alckmin como candidato, Silvio e outros seguidores dele, continuaram a fazer campanha para o prefeito Kassab. Minha opinião a respeito é que este é o exemplo de tudo que eu mais odeio na política Brasileira, um aproveitador que está disposto a derrubar qualquer um por alguns trocados.

Fabio Leite, f.leite@grupoestado.com.br
A polarização da corrida presidencial entre PT e PSDB tem deixado muitos políticos paulistas em saia-justa. Enquanto apoiam o governo do presidente Lula e da ministra Dilma Rousseff em Brasília, PMDB, PP, PR, PSB, PTB e PV reforçam a base aliada ao governador José Serra em São Paulo. O dilema: de que lado estarão em 2010?
A resposta a essa pergunta é a causa de intensas articulações por alianças eleitorais que vão até junho, fim do prazo para coligações. Enquanto PT e PSDB correm para selar apoios, as siglas “coadjuvantes” jogam com o tempo para barganhar espaço.
O PMDB, cujo diretório nacional já fechou com o PT apoio a Dilma, está rachado em São Paulo. O ex-governador e presidente estadual do partido, Orestes Quércia, tem acordo com Serra para apoiá-lo em 2010. Em troca, o cacique concorrerá ao Senado na coligação com PSDB e DEM. A seu lado, Quércia tem a bancada do PMDB na Assembleia Legislativa e grupo de prefeitos. Do outro lado, está o presidente da Câmara, Michel Temer – provável vice de Dilma -, deputados federais e senadores.
O caso mais emblemático de divisão é do PSB, onde deputados federais estão com Lula e Dilma e estaduais, com Serra. O dilema é peculiar pelo impasse em torno das pretensões eleitorais do deputado federal Ciro Gomes, cotado à Presidência, mas escalado por Lula para concorrer ao governo. “Uma aliança formal com o PSDB é improvável. Deputados estaduais sabem que uma hora terão de romper (com Serra) e seguir com o partido”, diz integrante da executiva estadual do PSB.
Já no PTB, o racha é maior. O partido tem importante papel na base do governo Lula no Congresso, mas a dissidência extrapola limites de São Paulo, onde o maior entusiasta da aliança com Serra é o deputado estadual Campos Machado. “Trabalhamos para compor com Serra nacionalmente e sem liberar acordos regionais, pois isso leva à prostituição partidária”, diz Machado. Apesar de nomes fortes do PTB, como os senadores Fernando Collor e Gim Argello marcharem com Dilma, o deputado federal Roberto Jefferson garante que a maioria ficará com tucanos. “Não há nenhuma chance de irmos com a ministra Dilma”.
Aliado de Lula – tem o Ministério dos Transportes -, o PR é em São Paulo trunfo tucano contra a ofensiva petista de tentar impor a aliança nacional. A sigla apoia Serra na Assembleia e integra o primeiro escalão – na Secretaria do Trabalho – de Gilberto Kassab (DEM) aliado do governador.
PT se reúne com o PR
O apoio, contudo, não evitou o assédio petista. Na sexta, o presidente estadual do PR, Tadeu Candelária, e vereadores foram sondados pelo presidente do PT estadual, Edinho Silva. “A gente não pode fechar porta a ninguém. Mas acho difícil largar a Prefeitura para encarar aventura”, diz o presidente municipal do PR, Toninho Paiva.

Estava marcada para a noite de ontem uma reunião entre o prefeito Gilberto Kassab (DEM), o líder do governo na Câmara Municipal, José Police Neto, e o relator do Orçamento de 2010, Milton Leite. O encontro tinha como objetivo “acertar os ponteiros” entre o trio no que toca ao projeto da administração que prevê o aumento do IPTU por meio do reajuste da Planta Genérica de Valores – que serve de base para o cálculo do imposto. Na semana passada, enquanto Kassab dizia que “não havia data” para envio da proposta ao Legislativo, Leite afirmou ao JT que ela chegaria “em 15 dias”. Segundo articuladores da Casa, Police Neto também teria sido “pego de surpresa” pelo fato. Para valer em 2010, o projeto deve ser votado até 31 de dezembro. Resta saber se o prefeito vai criar duas notícias de potencial impacto negativo na população em dois meses: o aumento da tarifa de ônibus e o do IPTU.A conferir.
Fonte: Jornal da Tarde

Partido, por sua vez, bancou metade do comitê de campanha que reelegeu o prefeito em 2008
Fabio Leite
Metade do dinheiro que bancou o comitê financeiro que reelegeu o prefeito Gilberto Kassab (DEM) em 2008 veio do Diretório Nacional do Democratas. Que, por sua vez, recebeu em grande parte doações de empresas contratadas da Prefeitura. A constatação só pôde ser feita este ano porque os partidos prestam contas meses depois dos candidatos, o que dificulta a fiscalização das fontes de receita.
Maior doadora do DEM Nacional, com R$ 2,8 milhões, a Construtora Queiroz Galvão, por exemplo, recebeu da Prefeitura R$ 158,5 milhões desde 2005, início da gestão José Serra (PSDB)/Kassab. A segunda principal fonte de receita da legenda foi a Camargo Corrêa – R$ 2,6 milhões -, que tem dois contratos com a administração no valor de R$ 160,4 milhões. Os dados foram obtidos em pesquisa no Sistema de Execução Orçamentária da Prefeitura.
A lista traz ainda outras empreiteiras contratadas da Prefeitura, como OAS, Carioca, Serveng Civilisan, Via Engenharia e Gomes Lourenço. Juntas, doaram cerca de R$ 2,7 milhões ao DEM e somam mais de R$ 420 milhões em contratos na cidade, a maior parte para urbanização de favelas, obras de saneamento e recuperação ambiental no entorno das represas Billings e Guarapiranga.
Doações de empresas com participação societária em concessionárias de serviço público, como Camargo Corrêa e a OAS, já levaram o promotor eleitoral Maurício Lopes a entrar na Justiça, em maio, com pedido de rejeição das contas de campanha de Kassab. Ele alega que a lei veta doação de concessionárias a candidatos.
Ao todo, o DEM Nacional arrecadou R$ 32 milhões em 2008. Destes, repassou R$ 17,6 milhões ao Comitê Financeiro Municipal Único do partido na capital – que destinou verbas às campanhas de Kassab e dos candidatos a vereador. O comitê, por sua vez, foi responsável por 91,3% dos R$ 29,8 milhões doados diretamente à candidatura do prefeito. Esta operação é permitida pela legislação (leia abaixo), mas dificulta identificar quem financiou o político, o que só pôde ser feito agora, e de forma parcial, pois parte da verba foi para campanhas de candidatos a vereador. O DEM Nacional ainda repassou R$ 632 mil diretamente à campanha de Kassab.
Para o diretor executivo da ONG Transparência Brasil, Cláudio Weber Abramo, a fórmula é usada “de propósito” por partidos para ocultar as doações e “esconder relações de interesses”. “Se existe atitude de encobrir a informação com camadas de obscuridade, há motivo. E qual é o motivo senão esconder os interesses que estão por trás das doações?”
Abramo se diz contrário às doações ocultas e defende que a divulgação dos repasses de verba ocorra na campanha, “para que o eleitor saiba o que está em jogo antes de escolher candidato”. Hoje, candidatos e comitês prestam contas logo após a eleição. Já partidos só o fazem em abril do ano seguinte.
Tudo igual em 2010
Apesar de polêmica, a doação oculta foi formalizada pela reforma eleitoral aprovada no Congresso em setembro. O que antes era uma brecha na legislação agora estará explícito na lei. Ou seja, em 2010, empresas e pessoas físicas poderão continuar financiando campanhas sem que sua identidade seja revelada doando os recursos aos partidos. A OAB já entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a medida, alegando falta de transparência.
DOADORES DO DIRETÓRIO NACIONAL
CONTRATADOS DA PREFEITURA
Queiroz Galvão: R$ 2,86 mi
Camargo Corrêa: R$ 2,59 mi
Carioca: R$ 800 mil
OAS: R$ 600 mil
Serveng Civilsan: R$ 600 mil
Gomes Lourenço: R$ 117 mil
FINANCIAMENTO ELEITORAL
DEM repassou R$ 7,6 mi para o comitê financeiro único da sigla, responsável por 91,3% dos R$ 29,8 mi gastos por Kassab
Outros R$ 632 mil foram direto para a campanha do prefeito
Fonte: Jornal da Tarde

Diferente do que foi anunciado há dois dias atrás, o Prefeito Gilberto Kassab pretende apresentar ainda este ano, o projeto de revisão da Planta Genérica de Valores do IPTU que terá aumento de até 357% no imposto em algumas regiões. A acessoria do prefeito insiste que em outras regiões haverá queda no valor do imposto, porém não menciona quais regiões e nem mesmo a porcentagem de queda.
A gestão Gilberto Kassab (DEM) já avisou a base governista na Câmara Municipal que o projeto de lei que prevê o reajuste dos valores do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) deverá ser enviado ao Legislativo até o dia 25.
Ontem, o governo falava em fixar um teto de 70% para o aumento no primeiro ano, em 2010, com o pagamento escalonado nos anos posteriores para o imóvel que tiver um aumento superior a esse índice. Mas ainda havia técnicos na Secretaria Municipal de Finanças que defendiam um teto de até 130%, o que poderia elevar a arrecadação do IPTU de R$ 2,9 bilhões anuais para R$ 4,1 bilhão no próximo ano.
Apesar da insatisfação de parte de sua equipe ligada ao governador José Serra (DEM), Kassab acredita que a repercussão negativa do reajuste do IPTU não será tão grande, já que o aumento será inferior aos mais de 300% previstos em um estudo inicial feito pela Comissão de Valores Imobiliários e divulgado na imprensa.
Kassab está decidido a enviar a correção ao Legislativo, com a previsão de aumentar em R$ 1 bilhão a arrecadação já para 2010. “O prefeito não terá outra chance de ganhar fôlego para os investimentos nos próximos anos se não fizer essa correção. Não podemos agir à mercê de uma candidatura à presidência o tempo todo”, desabafou ontem um assessor do prefeito. O governador Serra é apontado como possível candidato à presidência nas eleições do ano que vem.
Como o estudo da correção da Planta Genérica de Valores (PGV) do IPTU foi feito só para uma parte da cidade e não haverá tempo de fazer cálculos para todas as regiões até o final do mês, a saída de Kassab deve ser mandar um projeto ao Legislativo com os valores de mercado já usados no cálculo do Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).
Impacto negativo
Os tucanos do governo municipal, lotados nas secretarias de Finanças e de Planejamento, acreditam que os reajustes do tributo e da tarifa de ônibus logo no início de 2010 vão ter impacto negativo direto na cada vez mais provável candidatura de Serra.
Eles argumentaram ao prefeito que existem alternativas para elevar a arrecadação, como viabilizar parcerias público-privadas (PPPs) para a construção de creches, ampliar o combate à sonegação e o Programa de Parcelamento Incentivado (PPI), fazer concessões urbanísticas de bairros e vender 524 imóveis municipais desocupados. O próprio Serra disse a Kassab que teme o aumento. Pela primeira vez, porém, o prefeito e assessores mais próximos consideraram a interferência tucana inadequada, aumentando a tensão entre as partes.
Com apoio de 40 dos 55 vereadores, Kassab vê um bom momento político para conseguir a aprovação da nova PGV. No fim de semana, o prefeito deve reunir-se com aliados e com o próprio Serra para anunciar detalhes do projeto. Prevista para hoje, a primeira audiência pública para discutir o Orçamento da Prefeitura do ano que vem, estimado em R$ 28,1 bilhões, foi cancelada. “Precisamos saber agora como será o impacto com o novo IPTU”, afirmou Milton Leite (DEM), relator do Orçamento.

Nunca antes na história deste país, o Estado usou de tanta desfaçatez como ao adiar o pagamento das restituições do Imposto de Renda (IR) das pessoas físicas por causa da queda da arrecadação de impostos e contribuições. Para um cidadão honesto e cumpridor de seus deveres, isso é um calote, pois a restituição que lhe é devida resulta da diferença entre o IR que ele efetivamente pagou e a quantia que ele de fato devia. Se ninguém reclama do fato de ter pago a mais, pois seria matematicamente difícil calcular com exatidão a parcela do ganho de cada cidadão devida ao Fisco por lei, o que torna a diferença praticamente inexorável, o mesmo não pode ser dito da forma como a autoridade está lançando mão de recursos que pertencem a terceiros para cobrir déficits com os quais o contribuinte nada tem a ver. O jargão pode até parecer pesado, mais ainda por se referir a agentes da lei, mas, no popular, trata-se na verdade de uma tunga.
O pior é que, se a lógica indica que o credor do governo deveria ter tudo para cobrar na Justiça seu direito líquido e certo de ser ressarcido do dinheiro que ele lhe deve, na prática, o buraco é mais embaixo. “Em tese, essa devolução teria de ser imediata, uma vez que o governo está gerindo recursos que pertencem ao cidadão, que não lhe são devidos”, explicou o presidente da Comissão de Direito Constitucional da Ordem dos Advogados do Brasil, seção de São Paulo (OAB/SP), Antônio Carlos Rodrigues do Amaral. Mas o problema do eventual queixoso é que não há um prazo determinado por lei para que seja feita a devolução. Ou seja, abusando de uma omissão da lei, o Estado age como o mau devedor que se justifica com o credor: “Devo, não nego, pago quando puder.” E, exercendo o poder que lhe é delegado pelo cidadão, dá desculpas esfarrapadas para enunciar o motivo da arbitrariedade e ainda tenta de maneira cínica convencer o prejudicado de que este não foi tão prejudicado assim.
Ao longo de meses, a Receita Federal comemorou recordes de arrecadação, tidos e havidos como evidências de que a economia nacional estava bombando, com reflexos positivos no cotidiano da população mais pobre. Quando a crise financeira planetária interrompeu esse círculo virtuoso, o governo federal não deu a guinada necessária na rota de gastança que adotou desde a primeira posse. Mas continuou fazendo cada vez mais despesas que a arrecadação não permitia mais que fossem feitas. Sem ligar para a máxima de que “não há almoço grátis”, a turma de Lula e Mantega deixou claro que não dispensaria a sobremesa e uma das formas escolhidas para pagar a conta do banquete foi esse truque de não ressarcir as dívidas dos credores com menos força para cobrar. O cidadão comum que tentar administrar suas dívidas dessa forma terminará dando com os burros n’água. Não o governo, cujo ministro da Fazenda, Guido Mantega, teve a caradura de definir como “normal” esse expediente nada ético. Mas quem se preocupa com ética neste Brasil do PT?

OCDE diz que país tem o pior índice entre 36 nações
A OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) divulgou estudo que compara indicadores
educacionais de 36 países desenvolvidos e nações parceiras, como o Brasil, o Chile e a Rússia.
O estudo afirma que a população brasileira que concluiu o ensino médio cresceu nas últimas décadas, mas a fatia dos que conseguem terminar um curso superior se manteve estável. Entre a população que atualmente tem entre 55 e 64 anos, pouco menos de 10% fez um curso universitário. O índice é quase igual ao da geração seguinte, de 25 a 34 anos.
Entre os mais jovens, cerca de 50% concluíram o ensino médio. O Brasil é o 32o no ranking da parcela da população jovem que concluiu o ensino médio, ficando a frente apenas de Portugal, México e Turquia, e bem atrás da Rússia
(8a), por exemplo.

fonte: Jornal Metro
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E o Governo Federal, tem a falta de dignidade e honestidade de criticar SP, a moda agora é “vamos sentar em cima do rabo pra poder falar dos demais.” ao invés de “Vamos dizer que as obras dos Estados só acontecem por causa do Presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva, o molusco barbudo.

Mesmo com reajuste, empresários querem manter subsídio
CONFIRMADO PARA janeiro, o reajuste da tarifa de ônibus de São Paulo pode chegar a 21,7%. Com esse percentual, a passagem passaria dos atuais R$ 2,30 para R$ 2,80. O valor é desejado por uma parcela dos empresários do setor, ouvidos pelo Metro. A prefeitura não confirma o reajuste, mas representantes das empresas e da administração
municipal têm se reunido para definir o índice. Se aprovado, o reajuste ficará acima do IPCA acumulado no período: 16,7%. Se fosse aplicado, a tarifa iria para R$ 2,68. O gasto com transporte representa cerca de 15% do orçamento
médio do paulistano.
Para justificar o aumento de mais de 20%, os empresários argumentam que o número de gratuidades cresceu no último ano. Além disso, a obrigação de renovação da frota e a perda de passageiros para o metrô após a integração
com o Bilhete Único afetram o caixa das empresas.
O aumento virá após dois anos de “congelamento” da tarifa. A última alta ocorreu em novembro de 2006. Na campanha eleitoral de 2008, Gilberto Kassab prometeu que o preço não subiria em 2009. Nas negociações, os consórcios também tentam convencer a prefeitura a não reduzir os subsídios dados ao sistema, que neste ano devem passar dos R$ 750 milhões. Segundo os empresários, se a tarifa ficar abaixo dos R$ 2,75, será preciso aumentar
ainda mais os subsídios. Para o superintendente-executivo da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos)
Marcos Bicalho, a conta da tarifa é formada pelo custo real e pelo político. “Em São Paulo, o segundo componente
pesa mais, principalmente pelo repasse dos subsídios. É uma decisão do Executivo, custeada pelo Orçamento”,
diz Bicalho.
A prefeitura informou que só irá definir o novo valor da passagem após estudo das planilhas dos consórcios e cooperativas que operam na cidade. A avaliação também levará em conta a evolução no número de passageiros.
fonte: Jornal Metro (distribuição gratuita)
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Opinião:
De que adiantou manter congelado os valores das passagens de ônibus, agora as empresas de transporte público vão enfiar a faca e torcer. Se tivesse dado aumento anualmente como era de costume, eles não estariam exigindo aumento superior a inflação e nem cobrando aumento dos subsídios, voto irresponsável em gente irresponsável dá nisso, prejuízo principalmente a classe mais pobre que se utiliza dos transportes públicos com mais frequência.

da Folha Online
A gestão Gilberto Kassab (DEM) já iniciou estudos para aumentar o IPTU na cidade de São Paulo de acordo com a valorização imobiliária de cada região nos últimos oito anos. Dados obtidos pela Folha apontam para um aumento de até 357% –caso da rua Barão de Ladário, no Brás, beneficiada pela revitalização do largo da Concórdia e pelo fortalecimento do comércio no centro, informa reportagem de Evandro Spinelli e Mariana Barros para a Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O estudo, comandado pela comissão de valores imobiliários da Secretaria Municipal de Finanças, já foi realizado para áreas como Higienópolis, Pacaembu, Barra Funda, Limão, Vila Maria e Santana.
A Folha apurou que o próprio Kassab defende a revisão do imposto. Diz que ela é justa considerando a valorização imobiliária de vários bairros, principalmente aqueles onde foram construídos shoppings ou estações de metrô. Ele acredita também que algumas áreas terão redução do imposto, porque o valor de mercado dos imóveis caiu no período. A comissão começou o trabalho pelas áreas que tiveram valorização.
O prefeito só não definiu quando encaminhará o projeto ao Legislativo, pois teme a repercussão negativa que a medida pode causar –2010 é ano eleitoral, no qual ele apoiará o governador José Serra (PSDB). O mais provável é que o projeto seja encaminhado para análise dos vereadores entre outubro e novembro de 2010, depois das eleições, para valer a partir do ano seguinte.
Leia a reportagem completa na Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.
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Pois é, sofram agora todos os que votaram e os que não votaram no Kassab para prefeito. Uma escolha errada e todos sofrem.

FÁBIO ZANINI
da Folha de S.Paulo, em Brasília
A nova lei eleitoral, em vigor desde a semana passada, criou uma brecha que permite a sindicatos doarem para campanhas por meio de cooperativas que, na prática, controlam.
Um parágrafo acrescentado ao artigo 24 da lei eleitoral (9.504/97) autorizou que cooperativas repassem dinheiro a candidatos, desde que não sejam concessionárias de serviços públicos nem recebam recursos de governos.
Entre as cooperativas que cumprem esses critérios estão algumas ligadas a grandes sindicatos –hoje proibidos de doar. O dos metalúrgicos do ABC, com relações históricas com Lula e o PT, tem duas: uma de crédito e outra habitacional.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, ligada à CUT (Central Única dos Trabalhadores), instituiu a Bancoop, cooperativa habitacional, em 1996. Seu fundador é o presidente do PT, Ricardo Berzoini, e seu atual presidente, João Vaccari Neto, deve ser o tesoureiro do partido no ano eleitoral de 2010.
Do lado da Força Sindical, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo criou a Metalcred, uma cooperativa de crédito.
Em sindicatos patronais, as cooperativas são mais raras. A assessoria da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) informou não ter conhecimento de nenhuma.
Formalmente, as cooperativas são independentes. Na prática, a ligação é total. Elas surgem por iniciativa dos sindicatos. Muitas funcionam no mesmo prédio e têm dirigentes sindicais entre os cooperados. Da cooperativa dos metalúrgicos do ABC, a CredABC, fazem parte o presidente do sindicato, Sergio Nobre, o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, e o próprio Lula.
A emenda permitindo a doação surgiu por articulação da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), que representa o setor. No Congresso, seu porta-voz foi o deputado federal Dr. Ubiali (PSB-SP). Segundo ele, seu objetivo não era liberar doações de entidades ligadas a sindicatos. Ele tinha em mente as Unimeds, cooperativas de médicos.
“Não é justo que grandes empresas privadas do setor de saúde possam doar para seus representantes e as Unimeds não possam”, afirmou Ubiali.
Para Márcio Freitas, presidente da OCB, a autorização para doar faz justiça a um setor que responde por 6% do PIB e gera 300 mil empregos. “É um setor que depende de políticas públicas e por isso tem legitimidade para doar”, diz.
Até 2006, as cooperativas usavam um vácuo jurídico para doar. No ano passado, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) vetou a possibilidade. Agora, a lei permitiu a contribuição.
A liberação atinge quase todas as cooperativas. Há exceções. As ligadas ao MST, por exemplo, por receberem verba pública, não podem contribuir.
Estrutura
As cooperativas sindicais hoje têm estatura modesta. A CredABC diz contar com 2.000 associados e ter patrimônio de R$ 2 milhões. A Metalcred diz ter número parecido de filiados.
Juridicamente, a brecha agora está aberta para que sindicatos engordem cooperativas que controlam, com verbas depois canalizadas para campanhas.
“Isso pode acontecer, embora essas cooperativas sejam todas falidas. O ideal seria que o sindicato doasse diretamente, como nos EUA”, diz o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força.
Presidentes de cooperativas dizem não haver ainda uma decisão de doar. “Teria que haver assembleia e decisão coletiva”, diz José Vitório Cordeiro Filho, da CredABC. “Acho difícil os trabalhadores aprovarem uma coisa dessas sem discussão profunda”, diz Clarisvaldo de Almeida, da Metalcred.
Para o presidente da Comissão de Cooperativismo da OAB-SP, Antonio Luis Otero, a permissão para doação é positiva, por questão de transparência. Segundo ele, o principal problema é a falta de regulação.

CATIA SEABRA
da Folha de S.Paulo
A Executiva do PSDB de São Paulo decidiu na noite de ontem, por unanimidade, requerer o mandato do vereador Gabriel Chalita à Justiça Eleitoral. Recém-filiado ao PSB, Chalita fez ataques ao governador José Serra para justificar sua saída do partido.
Apesar de afirmar que entrará na Justiça com base no argumento jurídico de que o mandato pertence ao PSDB, o presidente municipal do partido, José Henrique Lobo, admitiu que as declarações do vereador pesaram. “Ele deixou o partido de maneira deselegante e descortês e investiu pesadamente contra Serra.”
Lobo disse esperar que Chalita não adote um “discurso tão destrambelhado quanto o do seu novo líder Ciro Gomes”. “Se antes eu podia ter algum constrangimento, diante dos ataques dirigidos a Serra e ao PSDB, não o tenho mais.”
Embora a administração Serra se esforce para limitar a decisão à esfera partidária, o vice-governador, Alberto Goldman, foi um dos defensores da ideia de recuperação do mandato. “Eticamente, Chalita deveria devolver o mandato”, afirmou.
Procurado ontem pela Folha, Chalita não ligou de volta até o fechamento da edição.

Com objetivo de “mostrar a nudez do governo estadual em relação à educação”, o Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado (Udemo) promete realizar um “nu coletivo” com dez mil mestres paulistas para reivindicar reajuste salarial. A data é o próprio Dia do Professor, em 15 de outubro, e o local, o centro de São Paulo.
fonte: CONAPUB
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Opinião do editor:
É curioso como essas manifestações mais radicais começam a acontecer sempre 1 ano antes das eleições para Presidencia da Republica e o Governo do Estado.
Sindicatos como estes, deveriam se preocupar mais em conseguir suas reivindicações através de negociações e acordos com o governo ao invés de manifestações baixas como esta, afinal constranger a população colocando um monte de professores nus no centro de SP, na minha opinião é no mínimo falta de respeito para com a população.
Isso cheira simplesmente a manobra política para acabar com a popularidade do Governador do Estado de São Paulo, que atualmente está a frente nas pesquisas para a sucessão presidencial, ou seja, os partidos de oposição ao Governo Estadual já começou a se movimentar com as táticas políticas mais baixas para tentar eleger o sucessor do Presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva.

Segundo o Senador Álvaro Dias que noticiou em seu twitter hoje por volta das 11:00 da manhã (1° de outubro), o Senador Flávio Arns voltou ao seu partido de origem, o PSDB.
Depois de sair do Partido da Social Democracia para se eleger Senador pelo PT, o Senador Flávio Arns, não compactuando com a atitude do PT diante da crise no Senado Federal, pediu sua desfiliação e assinou a filiação com o PSDB.
Diante da filiação de Flávio Arns, os tucanos terão um impasse difícil para resolver, o Deputado Federal Gustavo Fruet do PSDB/PR já é um dos pré-candidatos ao Senado pelo partido e a outra vaga, em teoria seria para uma negociação com outro partido para uma coligação no Estado do Paraná, o partido mais cotado seria o PP, que tem como pré-candidato o Deputado Federal Ricardo Barros (PP/PR) que já está em campanha para o Senado e pretendia se utilizar da vaga do PSDB.

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Contagem regressiva para as eleições 2010William Ferraz Data e Local de Nascimento: 25/08/1977
Sao Paulo - SP
Nascido em São Paulo, no bairro do Ibirapuera no Hospital e Maternidade Gastroclínicas, atualmente chamado de Hospital Rubem Berta, viveu sua vida na periferia da cidade, no bairro de Americanópolis onde sua família vive há pelo menos 3 gerações. Viveu nos municípios de Diadema, Santo André, São Paulo, Porto Alegre (Rio Grande do Sul) entre outros.
Profissional da área de informática, trabalha com software livre desde 1995, quando começou sua carreira como técnico de manutenção de computadores, hoje atua como Gerente de TI, possui experiencia gerencial e operacional, conhece e sabe como é trabalhar nas bases da cadeia hierárquica, conhece as dificuldades de todo trabalhador da área de informática.
William Ferraz também é:
Coordenador de Segurança Pública da Juventude do PSDB Municipal de São Paulo
Coordenador de Movimentos Sociais da Juventude do PSDB Municipal de São Paulo.
Candidato a Deputado Estadual pelo PSDB.
Por William:
Sou um Social Democrata, tenho ideais, sou filiado ao PSDB-SP e pretendo fazer muito mais pela minha cidade, estado e país, pretendo fazer muito mais que a maioria que espera de braços cruzados as coisas acontecerem.
A política faz parte de nosso cotidiano sem mesmo que percebamos isto, seja em casa com nossas famílias, no trabalho, associações, clubes, bairros, escolas, faculdades e etc.
Devemos constantemente exercitar nosso lado político para que não fiquemos alienados aos acontecimentos do Brasil e do mundo.
Uma pessoa que admiro muito, disse certa vez ao final de um processo eletivo:
"A política não é a arte da guerra, apenas quando se esgotam todas as possibilidades de acordos políticos é que se instaura a guerra, e nela não há vencedores." - José Henrique Reis Lobo.
E tendo este pensamento em mente é que faço política com responsabilidade, honestidade, ética e justiça.
Apoios, apoiadores e afins
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