Archive for November, 2009

Grampos da PF ligam genro de Lula a uma ‘quadrilha’

Marlene Bérgamo/Folha
Chama-se Marcelo Sato o genro de Lula. É marido de Lurian (foto), a filha mais velha do presidente.

Grampos telefônicos feitos pela Polícia Federal com ordem judicial captaram diálogos de Sato com o empresário João Quimio Nojiri.

O interlocutor do primeiro-genro foi preso pela PF em 21 de maio de 2008. É acusado de integrar uma quadrilha que operava em Santa Catarina e São Paulo.

Deve-se a informação ao repórter Gustavo Ribeiro. Ele teve acesso a relatórios e transcrições das escutas da PF. Levou os dados às páginas de Veja.

A voz do marido de Lurian soou na Operação Influenza. Envolve a apuração de crimes como lavagem de dinheiro, fraudes cambiais e tráfico de influência.

Os grampos revelam que Marcelo Sato recebeu do empresário Nojiri a mixaria de R$ 10 mil. Dinheiro que deveria repassar à mulher, Lurian.

Segundo a PF, o primeiro-genro atuou como lobista da quadrilha. Acompanharia processos em órgãos federais. Agendaria encontros com autoridades.

Num dos diálogos captados pela PF, o empresário Nojiri conversa com um amigo identificado nos relatórios policiais como Guilherme.

Fala de uma “necessidade” financeira da filha de Lula. Informa que vai “resolver a questão dela”. Eis um trecho da conversa:

- Noriji: Eu precisava do rádio, do ID do rádio da Lurian.

- Guilherme: Eu não tenho.

- Noriji: Achei que você tinha o radio dela.

- Guilherme: Não, não tenho.

- Noriji: E como você fala com ela?

- Guilherme: MSN.

- Noriji: Tá bom, então. Eu estou conversando com ela por e-mail. Diz a ela que eu estou resolvendo a questão dela, de uma necessidade, até sexta feira. Para ela dar uma consultada na conta do marido [Marcelo Sato].

- Guilherme: Tem certeza que tem que ser na conta dele? Porque ele não vai dizer a ela que entrou e ele não autoriza a ficar checando conta…

Uma hora e trinta e cinco minutos depois dessa ligação, Nojiri conversa com sua secretária. Ordena que faça dois depósitos de R$ 5 mil na conta do genro de Lula:

- Noriji: Josi, aquele depósito. A Sacha te falou que tinha que fazer?

- Secretária: Depósito do Village?

- Noriji: Não, o outro. Do Marcelo [Sato].

- Secretária: Tá aguardando um ok do senhor, se é pra fazer na conta dele ou na conta da esposa.

- Noriji: Faz na conta dele mesmo. Dois depósitos de cinco, tá bom?.

- Secretária: Tá ótimo então. Vou falar pra fazer na conta dele.

Decorridos mais vinte minutos, Nojiri toca o telefone para Marcelo Sato. Tratam-se de maneira afetuosa:

- Nojiri: Oi, querido.

- Marcelo Sato: Fala, querido. Tudo bem?

- Noriji: Eu estou fazendo um negócio pra você, tá? Tô sabendo que você tá precisando. Conta com isso.

- Sato: Tá. Bom, a gente conversa direitinho…

Noutro diálogo pescado pelos grampos da PF, o genro Sato promete colocar o investigado Noriji, que seria preso meses depois, em contato com o sogro Lula.

A conversa é de 14 de fevereiro de 2008. Os interlocutores encontravam-se em Brasília:

- Nojiri: Tá, mas que horas você acha que é bom ir pra lá?

- Marcelo Sato: Ah, porque hoje ele vai receber o presidente de Guiné Equatorial. Era pras 15h. Ele tá atendendo agora a agenda das 13h45. Aí depois tem o presidente, tem a Dilma, tem o Múcio, aí a gente.

- Nojiri: Então, mas que horas você acha que a gente tem que ir pra lá?

- Sato: Umas 18h30, por aí. Em princípio, o Múcio tava pra umas 19h. Acho que ele vai antecipar tudo e a gente conversa com ele. Ele vai pro Chile e volta domingo [...]. [...]

- Nojiri: Onde você tá?

- Sato: Agora eu tô aqui saindo do [Palácio da] Alvorada.

- Nojiri: Você não quer encontrar antes da gente ir lá pro anexo?

- Sato: Se você quiser ir pra lá, pode ir. Porque eu já vou acertar direitinho lá no gabinete agora, entendeu?

- Nojiri: Pode deixar marcado. Deixa tudo certo. Tô falando pra conversar com você antes de eu te encontrar, pra ir junto pra lá. Que que você quer fazer?

- Sato: Quero sentar lá no Palácio agora, falar: ‘Vem pra cá tal hora, certinho, que a gente vai falar’.

A assessoria de Lula informa que não há registro de encontro de Nojiri com o presidente. O nome do investigado não consta da agenda oficial do dia (veja aaixo).

Ouvida a respeito dos R$ 10 mil providos por Nojiri, Lurian declarou: “Não conheço esse homem. Nunca ouvi falar dele e não sei de dinheiro nenhum”.

O marido dela diz coisa diferente. Admite a proximidade do casal com o investigado, com quem diz manter uma amizade de dez anos.

Marcelo Sato afirma que os R$ 10 mil depositados pelo investigado Nojiri em sua conta decorreria de um empréstimo pessoal. Informa que já pagou a dívida.

O que diz Nojiri? Confirma o vínculo com o casal Sato-Lurian. Sobre o suposto empréstimo e o respectivo pagamento, desconversa: “Não me lembro desses detalhes”.

Segundo a PF, Sato mantinha com Nojiri um relacionamento de mão dupla. Em vários diálogos grampeados o primeiro-genro apareceria agendando almoços, reuniões e audiências em Brasília.

Na versão da polícia, Sato contaria com o apoio do deputado federal Décio Lima (PT-SC).

Compadre da filha e do genro de Lula, o deputado Décio afirma não ter “nenhuma relação com esse pessoal” investigado pela PF.

Escrito por Josias de Souza às 05h40

fonte: Folha On Line

DIAS SÓRDIDOS – NA PRISÃO, LULA TERIA TENTADO ABUSAR SEXUALMENTE DE UM GAROTO

É, meus caros leitores… Encare este post até o fim!!!

Permito-me abrir este post verdadeiramente espantoso com algo que escrevi aqui há menos de uma semana: não me interessa a vida privada de homens públicos, a menos que ela esteja em contradição com a sua pregação e com as escolhas políticas que anunciam. Dito isso, adiante.

Vocês sabem quem é César Benjamin? Então começo por sua biografia sintetizada hoje na Folha de S. Paulo:
CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 anos, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista da Folha.

Como se nota por sua biografia, Benjamin — conhecido por Cesinha — não é alguém por quem eu nutra qualquer simpatia ideológica. No arquivo, vocês encontrarão várias referências a ele e também à sua editora, que publica bons livros. À diferença do que dizem, sei manter divergências civilizadas com civilizados. Adiante.

A Folha publica hoje alguns textos sobre o filme hagiográfico “Lula, O Filho do Brasil”. Benjamin escreve um longo depoimento — íntegra aqui — em que narra todos os horrores que sofreu na cadeia, preso que foi aos 17 anos. Entre outras coisas, e sabemos que isto é tragicamente comum nas cadeias brasileiras até hoje, foi entregue para “ser usado” pelos presos comuns, o que, escreve ele, não aconteceu. E faz um texto que chega a ser comovido sobre o respeito que lhe dispensaram na cadeia.

Depois de narrar suas agruras, interrompe o fluxo da memória daquele passado mais distante para se fixar num mais recente, 1994, quando integrava a equipe que cuidava da campanha eleitoral de Lula na TV — no grupo, estava um marqueteiro americano importado por alguns petistas. E, agora, segue o texto estarrecedor de Benjamin sobre uma reunião.

(…)
Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: “Você esteve preso, não é Cesinha?” “Estive.” “Quanto tempo?” “Alguns anos…”, desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: “Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta”.

Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de “menino do MEP”, em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do “menino”, que frustrara a investida com cotoveladas e socos.

Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o “menino do MEP” nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.

O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.

Num outro ponto se seu longo texto, Benjamin comenta o filme sobre a vida de Lula e lembra aqueles que não o molestaram na cadeia:

(…)
A todos, autênticos filhos do Brasil, tão castigados, presto homenagem, estejam onde estiverem, mortos ou vivos, pela maneira como trataram um jovem branco de classe média, na casa dos 20 anos, que lhes esteve ao alcance das mãos. Eu nunca soube quem é o “menino do MEP”. Suponho que esteja vivo, pois a organização era formada por gente com o meu perfil. Nossa sobrevida, em geral, é bem maior do que a dos pobres e pretos.

O homem que me disse que o atacou é hoje presidente da República. É conciliador e, dizem, faz um bom governo. Ganhou projeção internacional. Afastei-me dele depois daquela conversa na produtora de televisão, mas desejo-lhe sorte, pelo bem do nosso país. Espero que tenha melhorado com o passar dos anos.

Mesmo assim, não pretendo assistir a “O Filho do Brasil”, que exala o mau cheiro das mistificações. Li nos jornais que o filme mostra cenas dos 30 dias em que Lula esteve detido e lembrei das passagens que registrei neste texto, que está além da política. Não pretende acusar, rotular ou julgar, mas refletir sobre a complexidade da condição humana, justamente o que um filme assim, a serviço do culto à personalidade, tenta esconder.

fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/dias-sordidos/

fonte2: http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/2009/11/27/cesar_benjamim_na_prisao_lula_teria_tent/

Fita nova na praça: Lulinha, o filho do filho do Brasil

No instante em que vai às telas ‘Lula, o Filho do Brasil’, chega às páginas um enredo enviesado. Filmado, poderia chamar-se ‘Lulinha, o filho do filho do Brasil’.
No longa-metragem oficial, mostra-se a saga do menino que saltou da miséria nordestina para o triunfo brasileiro.
No curta-metragem não rodado, uma passagem da rotina do menino que emergiu do parentesco ilustre para a fortuna pessoal.
Deve-se à repórter Kátia Brasil a iluminação do enredo paralelo. Ela conta algo que se passou em 9 de outubro.
Envolve o itinerário de um jato da FAB, um Boeing 737. A aeronave estava a dez minutos de aterissar em Brasília.
Trazia militares a serviço da Aeronáutica. Vinham da cidade paulista de Gavião Peixoto. Súbito, o comandante recebeu uma ordem.
Deveria retornar a São Paulo. Recolheria, a pedido da Presidência da República, um lote de passageiros. Entre eles o presidente do BC, Henrique Meirelles.
O Boeing deu meia-volta. Desceu no aeroporto de Guarulhos às 19h. Foi reabastecido. De repente, nova ordem.
Os novos passageiros embarcariam em Congonhas, não em Guarulhos. Às 20h30, outra decolagem.
O pouso em Congonhas teve de ser retardado. De tanques cheios, o comandante não poderia pousar em Congonhas.
Viu-se compelido a voar a esmo por uma hora. Desperdiçado o combustível, enquadrou-se nas exigências de Congonhas. Às 21h30, desceu.
Os passageiros fardados foram ao fundo da aeronave. As poltronas da frente foram liberadas para os novos passageiros.
Embarcaram, além de Henrique Meirelles, outras 16 pessoas –Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e 15 acompanhantes dele.
Procurado, Henrique Meirelles mandou dizer, por meio da assessoria: de fato, requisitara o avião.
Mas só na hora do embarque soube que, “por solicitação da Presidência”, Lulinha e mais 15 “aproveitariam o vôo da aeronave colocada à disposição do BC”.
Ouvido, o Planalto informou: Lulinha e seus acompanhantes eram convidados de Lula.
“É normal o presidente da República convidar pessoas para se encontrar com ele em Brasília e oferecer transporte pelas aeronaves que servem à Presidência”.
Lula tem algo como uma centena de parentes. No geral, os Silva permaneceram longe do Estado. Mantiveram o padrão de vida modesto.
Nesse grupo, Lulinha é exceção. O primeiro-filho é sócio da Gamecorp, uma empresa de vídeo brindada com um aporte milionário da Telemar, em 2005.
A operadora de telefonia (45% do capital pertencente ao BNDES e a fundos de pensão de estatais) borrifou R$ 5 milhões na caixa registradora da firma de Lulinha.
Empresário próspero, Lulinha, o filho do filho do Brasil, não precisaria bulir nas arcas da Viúva para voar de São Paulo para Brasília.
Ao embarcar no Boeing da veneranda e desprotegida senhora, naquela fatídica noite de 9 de outubro, o primeiro-filho prestou um serviço ao pai.
Lulinha mostrou ao Lulão os riscos da presidência imperial. O que diria Lula FHC mandasse asas oficiais buscarem um filho em São Paulo nas mesmas condições?
Talvez dissesse algo assim: “Num país em que brasileiros morrem na maca por falta de atendimento nos hospitais públicos…”
“…É inaceitável que o filho do príncipe e seus acompanhantes mobilizem um Boeing custeado com verbas dos patrícios em dia com os seus impostos”.
O que diabos foi fazer Lulinha em Brasília? A assessoria de Lulão diz que não fornece informações sobre familiares do filho do Brasil.
E quanto aos nomes dos acompanhantes? O Planalto e o BC não forneceram a lista. A FAB informou que não dispõe dos nomes.
De um presidente espera-se que dê exemplos de boa conduta aos súditos que lhe garantem os proventos, a geladeira cheia, o carro na garagem e o avião no hangar.
Nunca antes na história desse país um mandatário demonstrara tanto descaso com as vulgaridades que grassam ao seu redor. Pena.

=====================

OPINIÃO:

Como pode um presidente como esse vir falar em ética?

FAB dá carona a filho de Lula e mais 15 acompanhantes

da Folha Online

Faltando dez minutos para pousar no aeroporto internacional de Brasília no dia 9 de outubro, uma sexta-feira, o Boeing 737 de prefixo 2116, da FAB (Força Aérea Brasileira), teve de mudar de itinerário e retornar a São Paulo para buscar novos passageiros: o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com 15 acompanhantes, informa reportagem de Kátia Brasil, publicada nesta terça-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Segundo a reportagem, a viagem do Boeing começou em Gavião Peixoto (SP), levando a Brasília militares a serviço da Aeronáutica. Eram 17h, já perto da capital federal, quando o comandante recebeu ordem de voltar a São Paulo.

O Boeing voltou e pousou às 19h em Guarulhos, onde foi abastecido. O comandante recebeu nova ordem: os passageiros embarcariam em Congonhas, não em Guarulhos.

A Folha informa que o Sucatinha partiu de Guarulhos às 20h30. Como já havia sido abastecida, a aeronave teve que ficar voando por uma hora para gastar combustível e ingressar nas condições de pouso em Congonhas, onde aterrissou às 21h30.

Os militares foram deslocados para a parte traseira, para que os novos passageiros embarcassem. A decolagem foi às 23h. O avião chegou a Brasília uma hora e 40 minutos depois.

Outro lado

A assessoria do Banco Central diz que Meirelles solicitou a aeronave da FAB apenas para ele e um assessor.

A assessoria de imprensa da Presidência da República afirma que os passageiros, incluindo Lulinha, eram convidados do presidente. Lulinha não foi localizado para comentar o caso.

O tenente-coronel Henry Wender, assessor da FAB, afirma que, como o Boeing estava à disposição da Presidência, a FAB não tem controle de lista de passageiros e de itinerário.

Arte/Folha

Documento do PT defende controle público e sanção à imprensa

Um documento aprovado pelo diretório nacional do PT que defende o controle público dos meios de comunicação deve ser apresentado pelo partido durante a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), a ser realizada entre os dias 14 e 17 de dezembro em Brasília. As informações são do jornal O Globo.

No texto “Resolução Sobre a Estratégia Petista na Confecom”, o PT defende a criação de mecanismos de sanção à imprensa e mudanças no atual modelo de outorga de concessões no setor de comunicação que, segundo o partido, é anacrônico, autoritário e “privilegia grupos comerciais em detrimento dos interesses da população”.

O documento deve ser apresentado a petistas com cargos no governo presentes ao evento. A conferência, organizada pelo governo federal, tem como objetivo levantar propostas para nortear a elaboração de políticas públicas para o setor. A previsão é que participem representantes do governo, sociedade e empresas de comunicação.

fonte: Terra

=====================

OPINIÃO:

Esse partido surpreende cada dia mais, o falso discurso de liberdade, direitos igualitários e a favor da população carente cai por terra diate das atitudes repressoras do partido, na minha opinião deve-se dar ainda mais liberdade de expressão para as mídias, assim elas podem trazer para a população informação e denuncias que fazem com que a própria população decida, principalmente se os candidatos em que votaram são ou não dignos de reeleição. Agora o PT tenta sancionar a todo custo a imprensa para que não denuncie as falcatruas dos PeTralhas, essas tentativas já foram implementadas anteriormente, na ditadura militar, onde o direito a informação foi cerceado à população. O PT ainda tem sua cultura comunista ditatorial em que se baseou como exemplo Cuba, a antiga União Sovietica, Berlin oriental e a China Comunista. Como diria o Boris Casoy “Isso é uma vergonha.”

Deputados são acusados de utilizar notas frias

Deputados são acusados de utilizar notas frias

DOCUMENTOS sigilosos da Câmara Federal indicam que parlamentares usaram notas de empresas de fachada ou com endereços falsos para receber reembolsos da verba indenizatória – de R$ 16 mil mensais. A denúncia foi divulgada ontem pela “Folha de S.Paulo”, que analisou 70 mil notas enviadas pelos deputados nos últimos quatro meses de 2008. Os arquivos foram entregues ao Supremo Tribunal
Federal. Na reportagem, foram citados os nomes de Zezéu Ribeiro (PT), Severiano Alves (PMDB), Uldurico Pinto (PHS), José Airton Cirilo (PT), Eugênio Rabelo (PP) e Marcio Junqueira (DEM). Este último pediu reembolso de quase R$ 15 mil por mês por alugar carros de uma empresa cujo dono é seu advogado. Duas outras locadoras de carros apresentam endereços fantasmas ou dizem funcionar em locais sem  qualquer identificação, que abrigam empresas de outro ramo de atividade. Já a empresa do jornalista Umberto de Campos Goularte, assessor do senador João Durval (PDT), recebeu R$ 115 mil em reembolsos de dez deputados e ex-deputados. O endereço oficial da empresa pertence há 12 anos a um caminhoneiro. A SC Comunicações e Eventos apareceu como prestadora de assessoria de imprensa (para a qual já existe uma verba mensal de R$ 60 mil), jurídica ou produzia pareceres políticos. O endereço da Global Express Serviços em Aviação Ltda., que recebeu R$ 96,2 mil em reebolsos da Câmara, fica em uma cidade mineira de pouco mais de 8 mil habitantes e que não tem nem aeroporto. Ela não tem autorização da Anac para atuar no ramo da aviação.

Acusados responsabilizam empresas

Os deputados federais jogaram a culpa para as empresas. De acordo com eles, os serviços foram prestados e, caso elas tenham endereços fictícios ou poucos clientes fora da Casa, a responsabilidade é delas. Marcio Junqueira reconheceu alugar carros de seu próprio advogado. Ja Severiano Alves e Uldurico Pinto disseram que receberam o serviço de consultoria pelo qual pagaram. Os deputados que deram nota da Global disseram ter feito os voos.

Blogueiros vão recorrer contra mordaça em MT

Adriana e Cavalcanti vão ao TJ para tentar derrubar liminar que os impede de ‘emitir opiniões’ sobre deputado alvo de 92 ações por desvios de verba

Daniel Bramatti e Moacir Assunção

Dois blogueiros de Mato Grosso vão recorrer na próxima semana ao Tribunal de Justiça do Estado para tentar derrubar a censura imposta no último dia 10 por decisão do juiz Pedro Sakamoto, da 13ª Vara Cível.

Adriana Vandoni e Enock Cavalcanti, responsáveis pelos blogs Prosa e Política e Página do E, respectivamente, vão apresentar agravo de instrumento ao TJ.

No dia 10, o juiz atendeu a um pedido de liminar do deputado José Geraldo Riva (PP), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que se disse vítima de dano moral. Os blogueiros foram proibidos de “emitir opiniões pessoais pelas quais atribuam (ao deputado) a prática de crime, sem que haja decisão judicial com trânsito em julgado que confirme a acusação”. O juiz também determinou que dois textos sobre o deputado fossem retirados do blog Página do E.

José Geraldo Riva é alvo de 92 ações civis públicas propostas pelo Ministério Público, nas quais é acusado de desviar cerca de R$ 450 milhões da Assembleia, segundo a ONG Movimento Organizado pela Moralidade Pública (Moral).

Ademar Adams, diretor da Moral e autor de artigos sobre supostos atos de corrupção que envolvem o presidente da Assembleia, também foi proibido de se manifestar pelo juiz Sakamoto, assim como o jornalista Antônio Cavalcanti e o advogado Vilson Neri, integrantes do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral (MCCE).

Adams disse que pretende divulgar, na próxima semana, carta aberta ao juiz Sakamoto, na qual afirma que o Estado não pode interferir na opinião de um jornalista. Segundo ele, o deputado Riva o processou para atingir a ONG da qual faz parte – o MCCE é um dos promotores da campanha Ficha Limpa, que pretende impedir políticos processados por corrupção de participar das eleições.

Adriana Vandoni disse que considera a censura “um atentado contra a democracia”. Enock Cavalcanti se declarou surpreso com a censura prévia. O deputado Riva não foi localizado na Assembleia ontem, em virtude do feriado na capital mato-grossense.

REPÚDIO

No Amapá, jornalistas e blogueiros aprovaram, anteontem, durante a Conferência Estadual de Comunicação, uma moção de repúdio contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que acusam de cercear a liberdade de expressão ao mover mais de cem ações durante a campanha eleitoral de 2006. Uma das atingidas pelas ações, a jornalista Alcinéia Cavalcante já deve mais de R$ 2 milhões em multas contra o blog que mantinha, aplicadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). ” Tive que tirar o blog do ar e fui abrindo outros. Claro, não tenho a menor condição de pagar este valor de multa”, afirmou ela, que responde a 20 processos.

Também jornalista, Antônio Correa Neto, que mantinha um blog na época, responde a 17 ações. “Parei de contar quanto devia quando passou de R$ 1 milhão. O que mais me surpreende é que ninguém pediu direito de resposta, simplesmente a multa foi aplicada.”

O assessor de imprensa de Sarney, Chico Mendonça, disse que as ações não foram patrocinadas pelo senador, mas pelo advogado da coligação que o elegeu, Fernando Aquino, que não respondeu aos telefonemas do Estado.

fonte: O Estado de São Paulo

Sistema elétrico usa peças obsoletas

Estudo sobre os disjuntores da rede do País mostra problemas em 48% desses dispositivos

A expansão do sistema elétrico brasileiro tem elevado o número de equipamentos obsoletos nas subestações de transmissão, fato que aumenta o risco de acidentes. Estudo elaborado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), para o período 2008-2011, identificou 179 disjuntores (dispositivo que protege a instalação elétrica de sobrecargas) superados, que precisam ser substituídos, e outros 211 em estado de alerta, próximos da superação. Somados, representam 48% dos equipamentos avaliados no período.
O relatório, intitulado Estudo de Curto-Circuito, foi entregue em abril à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para auxiliá-la na fiscalização e modernização do sistema. Mas o ritmo de substituição dos equipamentos tem sido motivo de preocupação. Segundo especialistas, as obras não têm acompanhado a evolução do parque nacional, o que provoca restrições na operação do sistema. Para driblar o problema, têm sido adotadas medidas paliativas para reduzir riscos de danos na rede.
Em apresentação feita há cinco meses, no Encontro ONS/Agentes, o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, levantou o problema ao afirmar que “a substituição dos equipamentos superados estava ocorrendo em prazo incompatível com a entrada em operação das novas obras da rede, comprometendo os benefícios que seriam proporcionados pelas novas instalações”.
Na ocasião, ele citou como exemplo a Subestação Estreito, prejudicada pela superação de equipamentos em outras instalações. Isso estaria restringindo a operação das usinas da bacia do Rio Grande, que poderia atingir 800 MW. Em entrevista ao Estado ontem, no entanto, Chipp disse que os disjuntores estão sendo trocados e frisou que a superação desses equipamentos não tem relação com o blecaute ocorrido na semana passada.
O presidente da Associação Brasileira das Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate), José Claudio Cardoso, explica que, além de ser cara, a troca dos equipamentos depende de autorização da Aneel. Segundo ele, em alguns casos, se o custo for muito alto, a agência opta por fazer licitação – afinal o custo é repassado para a tarifa. Outra restrição, comenta o executivo, é que a troca exige a paralisação da operação da subestação. Cardoso comenta que um equipamento superado não tem capacidade para isolar um acidente, que pode se propagar para outras instalações e até explodir.
De acordo com o estudo do ONS, para 2011 o número de disjuntores superados sobe para 433 unidades, além de 230 em alerta. “O grande problema é que não há no setor elétrico vigilância na manutenção do sistema. Não adianta instalar um monte de linhas se não houver manutenção adequada”, afirma o professor da USP, Ildo Sauer. “Vivemos uma crise de gestão e organização no setor elétrico.”

Lula delega a conselhão estudo de regras ‘anti-TCU’

O falatório de Lula contra o TCU e outros órgãos que compõem o aparato fiscalizatório do Estado converteu-se numa providência prática.

O presidente delegou ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) a tarefa sugerir alterações legais.

Deseja-se atenuar o poder de fogo dos fiscais, acomodando em primeiro plano a celeridade das obras.

O conselhão, como ficou conhecido o CDES, é um apêndice do Planalto. Abriga ministros, empresários, trabalhadores e gente do movimento social.

Criou-se dentro de um “grupo de trabalho” já existente –“Agenda da Infraestrutura para o Desenvolvimento— um subgrupo –“Investimentos e Desenvolvimento”.

É esse subgrupo que vai desfiar o novelo da fiscalização. Escolheu-se para presidi-lo um personagem que, como Lula, é crítico da ação do TCU.

Chama-se Paulo Godoy. Empresário, ele representa no conselhão a entidade que preside: Abdib (Associação Brasileira das Indústrias de Base).

O sítio eletrônico do conselhão informa que a primeira reunião do tal subgrupo vai ocorrer já nesta quinta-feira (12).

No texto, a guerra contra o TCU e adjacências é vendida em linguagem edulcorada. Anotou-se que o “objetivo” do novo grupo de trabalho é o seguinte:

“Contribuir diálogo entre gestores e fiscalizadores de investimentos públicos em infraestrutura econômica e social, visando buscar soluções negociadas…”

Soluções “…para acelerar a execução de obras, respeitando-se os princípios da legalidade, transparência, eficiência, economicidade, eficácia e efetividade na administração pública”.

Sob o timbre adocicado, esconde-se a pretensão de abrir na legislação atalhos que livrem os executores de obras públicas dos rigores dos fiscais do Estado, que Lula acha “excessivos”.

Além do TCU, de onde emanam as ordens de paralisação de canteiros sob suspeita, há outro alvo: o Ibama, repartição que dá –ou não— licença ambiental às obras.

Vão à mesa desde a idéia de constituir um conselho de notáveis acima do TCU até a proposta de alterar a lei de licitações (número 8666), abrandando-a.

Tudo isso num instante em que Lula se esforça para imprimir ritmo eleitoral às obras de programas coordenados por Dilma Rousseff: PAC e Minha Casa, Minha Vida.

De resto, o governo leva o pé ao acelerador de um par de eventos obreiros: a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016.

Tremei, TCU! Estremecei, Ibama!

=======================

OPINIÃO: É o jeito PT de governar, ao inves de governar com responsabilidade para que não caia nos impedimentos dos órgãos fiscalizadores que ajudam a não ter gastos excessivos, desvios de verbas, e outras sem vergonhices. Preferem extinguir ou limitar a ação do principal orgão fiscalizador que é o TCU. Governo incoPeTente age desta maneira!

Em voto, Mendes defende que Lula cumpra decisão sobre extradição de Battisti

MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, defendeu nesta quarta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apenas cumpra a decisão da Suprema Corte e entregue o ex-ativista de esquerda Cesare Battisti para a Itália.

Mendes concluiu a leitura de seu voto e afirmou que o encaminhamento do STF sobre o caso é determinante e não apenas autorizativo. Os outros ministros ainda precisam analisar a situação.

“Imagine o absurdo dizer agora que o presidente está livre para, deferida a extradição, não executá-la. Temos uma situação de crise, de não solução. Vejam, senhores, que tipo de construção arriscada do ponto de vista da coerência e da consistência política”, disse Mendes.

Nas duas sessões anteriores da análise do caso no STF, surgiu a dúvida de que se a competência seria do presidente Lula. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, por exemplo, defendeu que Lula, como chefe de Estado e de governo, seria responsável pela condução das relações internacionais brasileiras e tem garantido na Constituição Federal o direito de escolher se envia ou não Battisti para a Itália.

O relator do pedido de extradição, ministro Cezar Peluso, discordou de Gurgel e disse que o presidente Lula deve encaminhar o ex-militante obrigatoriamente à Itália.

Na segunda-feira, o presidente Lula sinalizou que deve seguir a decisão do STF no julgamento. ‘O presidente da República, não existe possibilidade de seguir ou ser contra. Se a decisão da Suprema Corte for determinativa, não se discute, cumpre-se. Então, vamos aguardar.’

Pena

O presidente do STF também defendeu que a pena de Battisti deixe de ser pérpetua, passando para 30 anos.

Preso no Brasil desde 2007, o italiano é condenado à prisão perpétua por quatro assassinatos cometidos na década de 1970. O italiano nega os crimes. Sua defesa alega que os crimes são políticos e já prescreveram.

O PAC que mata!

O PAC precisa ser investigado. Mortes e mais mortes estão ocorrendo, tendo em vista a correria eleitoreira para finalizar obras a toque de caixa, que possam turbinar a candidatuta da “mãe do PAC”. Dois operários mortos soterrados em Cuiabá, em uma obra do PAC. Um auxiliar de construção morreu enquanto trabalhava nas obras de uma vala de esgoto para a construção de uma creche do PAC no município de Monteiro, na Paraíba. Mais uma morte em obras do PAC: desta vez em Muritiba, na Bahia. No Rio, uma laje do PAC esmagou um operário que trabalhava. Em Roraima, uma passarela do PAC desabou e matou um operário e feriu outro. O PAC coordenado por Dilma Rousseff não pára de matar gente Brasil à fora. É preciso dar um basta nesta carnificina.

============

OPINIÃO: É verdade que as obras do rodoanel devem ser investigadas para apontar os verdadeiros culpados pelo acidente que ocorreu há alguns dias, porém não podemos ignorar que o governo federal quer diminuir a autoridade do TCU (Tribunal de Contas da União) para que ele possa fiscalizar apenas obras terminadas, depois de pronta, de que vai adiantar apontar as irregularidades, desvio de verbas, alteração nos projetos e outras falcatruas? ACORDA BRASIL!!!!

Projeto de iniciativa popular que torna inelegíveis os políticos corruptos

Projeto de iniciativa popular que torna inelegíveis os políticos co…

Rodolfo Torres

Paulo Rubem: reação ao projeto é previsível porque corta na carne

O Projeto de Lei Complementar 518/09, que torna obrigatória a “Ficha Limpa” dos candidatos a cargos eletivos – ou seja, torna inelegíveis pessoas que respondem a processos na Justiça – está longe de ser uma prioridade na Câmara. Pronta para ser votada em plenário, a proposta apenas aguarda a vez de ser escolhida pelo presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), e por líderes partidários.

“O que percebo é que não há vontade da maioria para que o projeto seja votado”, resume o deputado Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ), que subscreve o projeto com outros 32 deputados (confira a lista abaixo). O petista fluminense destaca que há uma “clara percepção” de protelar essa votação. “O trabalho da maioria é contra”, reforça.

Para o deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), a reação da Casa é “previsível” e existe uma explicação para o fato. “É um assunto que atinge em cheio um grande número de parlamentares e seus aliados nos estados e municípios. Porque corta na carne”, explica.

Pela proposta, serão proibidos de concorrer a cargos eletivos, por oito anos, candidatos condenados em primeira ou única instância, ou que tiverem contra si denúncia recebida por órgão judicial colegiado por uma série de crimes.

São eles: abuso de poder econômico ou político; racismo; tortura; tráfico de drogas; terrorismo; improbidade administrativa; crimes dolosos contra a vida; crimes de abuso de autoridade; crimes eleitorais; lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; exploração sexual de crianças e adolescentes e utilização de mão-de-obra em condições análogas à de escravo; crimes contra a economia popular; a fé pública; os costumes; a administração pública; o patrimônio público; o meio ambiente; a saúde pública; o mercado financeiro; e por crime a que a lei determine pena não inferior a 10 anos.

Membros da Frente Parlamentar de Combate à Corrupção, Biscaia e Paulo Rubem apresentaram requerimentos à Mesa da Câmara para que a proposta seja incluída na pauta. Eles também rebatem os argumentos de que o projeto é inconstitucional e fere a presunção de inocência.

“Os argumentos de inconstitucionalidade não procedem. O projeto trata da inelegibilidade e não do processo eleitoral”, afirma Biscaia, que é procurador de Justiça e professor universitário.

Conforme ressalta Paulo Rubem, ninguém será preso pelo fato de responder a processos na Justiça. O pedetista avalia que a forma atual estimula aqueles que usam o poder econômico para se manter na política. “Quem é decente, quem trabalha apresentando proposta, é completamente atropelado.” Para ele, é preciso que “desde a primeira instância não se crie o culto da impunidade”.

Líder do PPS e um dos deputados que subscreveram a proposta, Fernando Coruja (SC) afirma que é favorável à matéria, e que ela é constitucional porque não suspende direitos políticos. Contudo, ele ressalta que o simples oferecimento de denúncia não pode impedir ninguém de se candidatar. O deputado catarinense considera “razoável” impedir a candidatura de um cidadão que foi condenado por um colegiado. “Tem de debater o projeto. Não há dúvida.”

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoverá um café da manhã na próxima quinta-feira (12) com parlamentares que apoiam a proposta para debater o andamento da matéria na Câmara.

O outro lado

O deputado José Genoino (PT-SP) subiu à tribuna da Câmara na semana passada para criticar a proposta. Citando a Constituição, votos de ministros do Supremo Tribunal Federal e documentos internacionais, o petista lembra que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”.

Genoino é réu no processo do mensalão, suposto pagamento para que parlamentares votassem de acordo com orientações do governo. Atualmente, o processo tramita no STF. Em 2005, quando o caso veio à tona, o deputado era presidente nacional do PT.

“Essa ideia da hostilidade, da criminalização, produziria, caso este projeto tramitasse na Casa, centenas de prefeitos, alguns governadores e até o presidente da República, no caso de uma ação de improbidade recebida pelo juiz em primeira instância, estariam impedidos de se candidatar”, afirmou Genoino na tribuna da Câmara.

“Sempre defendi e defendo uma reforma política ampla e democrática na Casa, uma reforma que resgate o sentido democrático e republicano da política, com base no princípio de que todo o poder emana do povo e só pode ser exercido diretamente ou pela representação. Esse poder que emana do povo está passando por uma crise de legitimação. E temos que fazer uma reforma política. Agora, substituir a política pelo arbítrio da proibição, da discriminação, da vedação, é contrariar o princípio universal da democracia”, complementou.

O petista recebeu o apoio de diversos deputados que estavam no plenário da Câmara. “Tenho inquéritos, tenho processos, mas eles não têm fundamento. Processos até abertos por pessoas do MP (Ministério Público) que não têm direito constitucional de investigar, punir, ser polícia. Mesmo assim, tenho processos. Queria que o Congresso Nacional pegasse 1 milhão e 300 mil assinaturas e as passasse pelo crivo da investigação para ver quantos daqueles realmente seriam virgens, que nunca tiveram um processo ou parentes que nunca tiveram um processo”, afirmou o deputado Ernandes Amorim (PTB-RO).

“Poucos brasileiros sabem que este tema já é tratado na nossa Constituição, na nossa legislação eleitoral, na medida em que qualquer candidato que tem uma sentença criminal condenatória, com trânsito em julgado, é impedido de concorrer ao pleito eleitoral”, destacou Geraldo Pudim (PR-RJ).

“Nós temos inúmeros problemas para resolver e não podemos nos deixar levar por este debate”, resumiu o deputado Carlos Zarattini (PT-SP).

Processos de um correligionário

O deputado Paulo Rubem Santiago lembra do caso do senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que assumiu o mandato na quinta-feira passada na vaga deixada por Expedito Júnior (PSDB-RO). O tucano teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral por compra de voto e abuso de poder econômico.

“Ele já assume tendo de responder a 200 processos. Mas eu li declarações dele de que isso não é verdade”, afirma o deputado pernambucano.

Levantamento do Congresso em Foco de setembro do ano passado revelou que Acir respondia a cerca de 200 processos criminais na Justiça comum em junho daquele ano.

De acordo com levantamento, somente no Tribunal de Justiça do Amazonas, um dos negócios de Gurgacz, a Empresa União Cascavel de Transportes e Turismo Ltda (Eucatur) – de transporte interestadual de passageiros – respondia a aproximadamente 200 processos em setembro do ano passado. As acusações – direcionadas a ele e aos pais, seus sócios na empresa – iam de estelionato, crime ambiental, a pedidos de indenização por danos materiais e morais.

No dia de sua posse, Acir apresentou a este site um nada consta expedido pela Justiça Federal de 1º grau (Seção Judiciária do Estado de Rondônia). O documento, disponível na página eletrônica do Tribunal Regional Federal (TRF-1ª Região) daquele estado, refere-se aos “registros de distribuição” de 25 de abril de 1967 até 14 de abril deste ano. Acir não apresentou nada consta referente à sua situação na Justiça dos outros estados mencionados acima.

“A minha situação atual na Justiça é tranquila, não tenho nenhum processo, em qualquer instância da Justiça. Essa informação alguém plantou, e parece que está pegando”, disse Acir ao Congresso em Foco.

O projeto

No dia 29 de setembro deste ano, representantes de 43 entidades entregaram ao presidente da Câmara o projeto com mais de 1,3 milhão de assinaturas. A ideia de lançar a Campanha “Ficha Limpa” foi uma iniciativa que partiu da própria sociedade, a partir dos comitês do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) nos estados e municípios.

Na ocasião, o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Dimas Lara, defendeu a proposta. “Aqui tem mais de 1,3 milhão de assinaturas. Em matéria de pesquisa de opinião pública, está muito claro o que se quer.”

Pioneiro nos levantamentos sobre os parlamentares que respondem a processos judiciais, o Congresso em Foco revelou em setembro que aumentou em 51% o total de parlamentares processados.
=============

OPINIÃO: Quem tem C*, tem medo.

Prefeitos do PT tratam esgoto apenas sobre pressão popular e juridica.

Na quinta-feira passada, o flutuador navegou por Guarulhos. Lá, o índice de oxigênio registrado na água do Tietê foi um dos menores de toda a expedição: 0,01. Isso significa que a água está péssima.

Na quinta-feira passada, o flutuador navegou por Guarulhos. Lá, o índice de oxigênio registrado na água do Tietê foi um dos menores de toda a expedição: 0,01. Isso significa que, no município, a água do rio está péssima, praticamente sem vida. A cidade de Guarulhos não trata nem uma gota de esgoto. Tudo que sai da casa dos moradores vai direto pro rio, sem passar por nenhum tipo de tratamento.

Guarulhos é a segunda maior cidade do estado de São Paulo, tem mais de 1 milhão de habitantes e 449 anos. Por que será que Guarulhos coleta 72% do esgoto e não trata nada?

Fomos ao Jardim Fortaleza, um bairro de Guarulhos que nasceu de um loteamento clandestino. Hoje tem 25 moradores Depois de uma ordem do Ministério Público a prefeitura fez a rede coletora de esgoto nas casas dos moradores só que eles dizem que não funciona. “Tem um cano que eles abrem no meio, que vem das casas das pessoas, mas muitas vezes este cano é insuficiente e retorna dejetos para os banheiros nossos e às vezes acaba invadindo as casas porque as bocas de lobos acabam transbordando e acaba saindo em casa, como já aconteceu” , diz um morador.

Muitos reclamam de ter que pagar por um serviço que não é completo. ”Todo mês a gente paga 11 reais desta rede de tratamento de esgoto que não existe”, diz uma moradora.

A Prefeitura cobra e apenas afasta o esgoto das casas das pessoas, despeja tudo no córrego que corta o bairro, sem tratamento. Do córrego, vai tudo para o rio Tietê.

No estúdio do SPTV, o prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida, do PT, falou sobre o tratamento de esgoto na cidade. Assista ao vídeo.

SPTV 1 edição

Sucessão Lula quer “eleição plebiscitária”

É sim ou não

A estratégia de Lula para 2010 é levar os eleitores a dizer
com o voto se aprovam ou desaprovam seu governo, naquilo
que está sendo chamado de “eleição plebiscitária”

Lula e Serra em reunião em Brasília: o presidente sonha ver o tucano como o único adversário de Dilma Rousseff

Lula e Serra em reunião em Brasília: o presidente sonha ver o tucano como o único adversário de Dilma Rousseff

Fonte: http://arquivoetc.blogspot.com/2009/0 6/sucessao-lula-quer-eleicao.html

Nos Estados Unidos, as campanhas presidenciais são hi storicamente plebiscitárias – ou seja, os eleitores acabam sendo levados durante os infindáveis quase dois anos de debates a decidir se aprovam o governo que sai ou se o rejeitam. Quando aprovam, ganha o presidente que busca um segundo mandato ou o candidato indicado por ele. Quando reprovam e querem mudança de rumo, os eleitores escolhem o oposicionista. Nesses casos, o carisma, a oratória, as promessas, a história de vida dos candidatos contam menos que um SIM ou um NÃO ao governo, como se estivessem votando uma questão qualquer em um plebiscito. Com os índices de aprovação de Lula e seu governo beirando os 70%, tentar fazer das próximas eleições presidenciais um plebiscito sobre a administração que sai é uma boa aposta para o PT.

Essa será a estratégia a ser seguida. Ela embute alguns pré-requisitos. O principal é ter apenas um candidato inteiramente identificado com o governo. É ideal também que do lado da oposição surja apenas um nome forte que renegue “tudo isso que está aí”. No cenário dos sonhos de Lula, os eleitores serão levados a escolher Dilma Rousseff, caso aprovem o governo, ou o candidato da oposição, provavelmente o tucano José Serra, se acharem que está tudo errado. Mas, para que a estratégia plebiscitária funcione, é preciso combinar com os russos, como dizia Garrincha. No quadro atual, já existem pelo menos mais dois políticos da chamada base aliada que sonham em ser candidatos na corrida presidencial reivindicando para si parte do sucesso do governo petista.

O presidente Lula está negociando pessoalmente com os partidos a retirada de candidaturas que possam atrapalhar seu projeto de “eleição plebiscitária” – leia-se a do deputado Ciro Gomes (PSB) e a do senador Cristovam Buarque (PDT). “Lula não quer que a eleição tenha candidatos que defendem o governo no geral, mas que pregam mudanças na economia, como o Ciro, ou na educação, como o Cristovam. Isso dificulta a tática do plebiscito”, afirma um ministro próximo ao presidente. A operação para tirar Cristovam é considerada a mais simples e já está praticamente concretizada. Ele dá sinais disso. “Não abandonei a disposição de ser candidato a presidente, mas dependo do PDT. E sinto hoje que o PDT quer ficar ao lado do candidato de Lula”, afirma Cristovam Buarque.

A operação para anular as pretensões de Ciro Gomes é bem mais complexa. Além de apoio do PT a candidatos do PSB, Lula ofereceu a Ciro a candidatura ao governo de São Paulo em uma ampla aliança com os partidos da base aliada. Lula e o presidente do PSB, o governador Eduardo Campos (PE), andam tentando mostrar a Ciro que essa engenharia bizarra pode ter alguma chance. Na terça-feira passada, Ciro esteve no Recife para uma conversa com Campos, que lhe exibiu uma pesquisa do Ibope. Nela Ciro aparece com 18% das intenções de voto ao governo paulista. Eduardo Campos insistiu que esse é o melhor caminho e pressionou deixando evidente que o PSB dificilmente dará legenda a Ciro Gomes. Diz Ciro: “Por mim, mantenho a candidatura à Presidência. Mas a seriedade do projeto e o nível das pessoas que me pediram para aceitá-lo fazem com que eu pense em concorrer ao governo de São Paulo”.

Jaques Wagner, governador petista da Bahia, é um dos entusiastas da estratégia de Lula. “Com a antecipação da campanha, o natural é que o jogo fique cada vez mais polarizado entre Dilma e Serra. Aí serão dois modelos em jogo. O eleitor vai escolher entre continuar com o modelo que está dando certo e voltar ao que era antes”, diz Wagner. Lula lembrará que gerou mais empregos, que o crescimento econômico foi maior em sua gestão, que ampliou o acesso à universidade, reduziu a miséria graças ao Bolsa Família e transformou o Brasil de devedor em credor internacional. Há fatos que serão obviamente esquecidos. Entre eles, o de que Lula herdou do tucano Fernando Henrique Cardoso um país pronto para a modernidade, com uma política econômica, mantida intacta, baseada no tripé de câmbio flutuante, controle da inflação e responsabilidade fiscal.

Uma pesquisa do Ibope divulgada na semana passada fortaleceu os defensores no governo da estratégia de forçar a campanha rumo ao voto plebiscitário. A pesquisa mostrou que Dilma Rousseff tem 18% das intenções de voto. Há um ano, ela tinha 5%. Ainda está longe de Serra, que tem 38%. Mas Dilma já ultrapassou os demais rivais. Como é da natureza da política desconsiderar os fatores humanos, o cálculo das vantagens da estratégia plebiscitária leva em conta até a possibilidade de Dilma Rousseff ter de abandonar a campanha em razão do tratamento contra o câncer a que se submete. Uma campanha disputada sobre o legado do governo Lula seria teoricamente menos dependente de um candidato específico do que outra modalidade de disputa em que o carisma, a história e as promessas estejam umbilicalmente ligados a um nome e a um rosto. Alguns analistas enxergam nesse modelo de comparação entre gestões um sinal de fortalecimento institucional que dificulta o surgimento de aventureiros. “Se o PT e o PSDB continuarem dominando a política brasileira, a tendência é a consolidação desse modelo plebiscitário”, diz Octaciano Nogueira, cientista político da Universidade de Brasília. Na teoria o modelo parece azeitado. Mas é sempre bom lembrar que o eleitor brasileiro adora experimentar a sensação vertiginosa de contrariar as teorias nas urnas.

O que é uma “eleição plebiscitária”

É aquela em que o julgamento do desempenho do governo que sai é o centro dos debates – e não as qualidades, o carisma ou a história dos candidatos. Quando o governo que sai é muito bem avaliado, como o de Lula (70%), o candidato da situação, seja quem for, busca se apresentar como o continuador da obra tão apreciada pelo eleitorado.Abaixo, eleições plebiscitárias e não plebiscitárias no Brasil de 1989 até 2010

1989 – não plebiscitária
A primeira eleição direta após o governo militar teve 22 candidatos, mas nenhum deles defendeu o legado do regime militar ou de José Sarney, o primeiro presidente civil pós-ditadura

1994 – não plebiscitária
Fernando Henrique Cardoso, ministro da Fazenda de Itamar Franco, foi eleito em uma campanha com oito candidatos que também não girou em torno da herança do governo anterior

1998 – plebiscitária
FHC foi reeleito no primeiro turno em uma campanha que teve como principal ponto de discussão a manutenção do Plano Real, que conseguiu domar a inflação

2002 – não plebiscitária
Lula foi eleito presidente em uma campanha na qual nenhum dos seis candidatos defendeu o legado dos oito anos de FHC

2006 – não plebiscitária
Lula foi reeleito defendendo a manutenção de alguns pontos de sucesso do governo, mas com a promessa de modificar áreas que não deram resultado

Rivais há 20 anos, Fernando Collor e Lula se aliam

Passados exatos 20 anos do primeiro turno da eleição presidencial de 1989, a trajetória de alguns dos principais personagens mostra o que mudou no cenário político brasileiro.

Fernando Collor, então no PRN, foi ao segundo turno com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem derrotou em 17 de dezembro numa disputa que teve lances de golpe baixo.

Collor chegou a exibir na TV Miriam Cordeiro, ex-namorada de Lula, dizendo que o petista lhe ofereceu dinheiro para abortar. Hoje senador pelo PTB, Collor é da base da apoio do presidente Lula.

“Três personagens importantes continuam em cena: Lula, Collor e [o então presidente José] Sarney. Lula era contra os outros dois e os dois candidatos eram contra Sarney. Hoje os três estão juntos”, resume Fernando Gabeira (PV-RJ), também candidato em 1989.

O empresariado, que hoje tem boa relação com o presidente, temia o radicalismo petista e preferia a plataforma liberal de Collor e Guilherme Afif Domingos (PL). “Com sua barba comprida à la Fidel, Lula inspirava medo”, diz Paulo Maluf (PP-SP).

O marketing político engatinhava. Affonso Camargo, então no PTB, usava o humorista Tião Macalé no horário eleitoral.

A desorganização das campanhas também existia na legislação eleitoral. Temido pelos líderes nas pesquisas por sua popularidade, o apresentador Silvio Santos entrou na disputa a 15 dias da votação. Ele criou uma versão eleitoral da música “Silvio Santos vem aí”. A candidatura foi impugnada às vésperas da eleição.

Nanicos

Zamir Teixeira, PG e Manoel Horta, entre outros -a profusão de candidatos encheu a campanha de desconhecidos. Um dos mais bem colocados foi Alcides Marronzinho, com o 13º lugar. Pastor evangélico, foi preso em 2007 por desacatar um juiz, um delegado e um prefeito no interior de São Paulo.

Lívia Maria, única mulher candidata em 1989, sonha em voltar a ser candidata em 2014, já que não conseguiu reunir assinaturas para criar uma nova legenda e concorrer no ano que vem. “Foi uma tristeza imensurável saber que não vou disputar em 2010″, afirma ela.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u652683.shtml

==================

Isso mostra a faceta do PT que tem grandes projetos de poder, nestes projetos o povo brasileiro é apenas instrumento para se alcançar o objetivo que é derrubar a oposição e permanecer no poder o maior tempo possivel, trazendo para o pais o mal que assola a Venezuela, a ditadura populista, onde os cidadãos são presos, assassinados e/ou exilados, a imprensa não pode falar nada que contrarie a suprema vontade do PT ou de seu representante. Para isso o PT se contradiz em seus argumentos, ontém (1989) atacava Sarney e Collor incansavelmente e hoje (2009) abraçam e enchem de elogios duas das figuras mais bizarras do cenário político brasileiro.

FORREST LULA


Finalmente alguém abordou o tema com uma simplicidade franciscana, foi direto ao ponto.
O melhor de tudo é que o autor é docente de uma grande universidade onde, via de regra, a grande maioria é de esquerda, festiva, burra e eleitora de LULA.
APROVEITEM A ANALISE INTELIGENTE DO PROFESSOR Wagner Valenti*
Professor da USP / Departamento de Biologia Aplicada. Esse professor da USP fez um belo resumo, que aí vai ….
“Todos conhecem o filme Forrest Gump , que narra a história de um imbecil que sobe na vida auxiliado por circunstâncias a ele absurdamente favoráveis.
Pois nós brasileiros temos aqui nosso Forrest Lula, pelas razões que apresentarei abaixo.

1) Ele pensa que chegou a presidente pela competência, mas foi por uma junção entre sua persistência malufiana e o “mudancismo” do eleitor, que só pelo desejo de mudar, sem nem saber exatamente o quê , vota alternadamente em candidatos como Collor e Maluf, e depois em Lula & companhia.

2) Ele pensa que é respeitado lá fora, mas não passa de uma curiosidade zoológica, como o mico-leão dourado. A esquerda romântica de lá, acha lindo um operário do terceiro mundo ter virado presidente: se ele é competente ou não, não tem a mínima importância: o terceiro mundo que se dane. . . Ele recebe essa corda toda e (o que é pior!)acredita.

3 ) Ele pensa que trouxe programas sociais, mas a única coisa que o PT fez foi proteger os terroristas sem-terra, e transformar o bolsa-família em bolsa-esmola.

4) Ele pensa que faz sucesso com a imprensa, mas na verdade contou, pelo menos até os recentes escândalos, com uma imprensa domesticada e cordial.

5) Ele pensa que não existe ninguém que possa questioná-lo tanto em ética quanto em política, mas isso só acontece por que ele nunca se expôs a entrevistas coletivas sérias, com jornalistas especializados, onde teria de dar uma satisfação objetiva e clara de seu desempenho.

6) Ele pensa que é imune a essa crise porque seu percentual de aprovação ainda é alto, mas as pessoas que ainda confiam nele são aquelas tão avessas à leitura quanto seu presidente, e por isso nem sabem o que acontece.

7) Ele pensa que é responsável pelo sucesso da política econômica, mas isso aconteceu porque a diretriz econômica foi a única herança do governo anterior que ele não estragou.

8) Ele pensa que causou o aumento das exportações, embora isso tenha sido
conseqüência de uma série de fatores anteriores a seu governo, mais as circunstâncias favoráveis no cenário internacional . . .

9) Ele pensa que não sofrerá impeachment por estar acima de tudo o que acontece, embora Collor tenha sido defenestrado por muito menos. Na verdade, ele só vai ficar lá porque não interessa a ninguém transformá-lo em mártir, dando-lhe chance de retornar à cena política.

Wagner Valenti* Professor da USP / Departamento de Biologia Aplicada ‘ ..
(*) é um bom prof. de Biologia, pois, mostrou que entende bem de moluscos, vermes e parasitas…

A natureza quando agredida não se defende; porém, ela se vinga.
‘Repassar este e-mail é uma obrigação patriótica, pois a podridão que atualmente impera em nossa política está arruinando o país e isto é o mínimo que se pode fazer.’

===================

Este é um texto retirado de um e-mail que recebi nesta madrugada.

MPF dá 72 horas para governo explicar apagão

snapshot1MPF dá 72 horas para governo explicar apagão

O GOVERNO FEDERAL e as companhias estatais envolvidas no blecaute que atingiu 18 Estados brasileiros no início desta semana têm 72 horas para entregar todos os documentos produzidos sobre o incidente ao MPF (Ministério Público Federal).
O órgão abriu um procedimento administrativo para investigar o apagão e, por conta do fim de semana, espera receber as informações até a próxima segunda-feira. Segundo o procurador da República Marcelo Ribeiro de Oliveira, ele deve organizar o material e distribuí-lo aos procuradores dos Estados afetados, que conduzirão a investigação.
Até o dia 26 de novembro, o MPF também quer que o governo produza um relatório indicando quem eram os  responsáveis pelo lugar onde foi detectada a primeira falha, em Itaberá (SP).

R$600mi é o prejuízo anual do setor elétrico no Brasil com raios. Os danos totais, incluindo aparelhos queimados, chegam a R$ 1 bilhão, segundo o Inpe.

150 mil pessoas ficam mais de 30 horas sem água em SP

Rio ainda tem 200 mil pessoas sem abastecimento

O FORNECIMENTO de água para 150 mil pessoas em diversos bairros da capital paulista e em Diadema (SP) voltou ao normal na tarde de ontem após cerca de 36 horas de interrupção.
As estações de tratamento da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) foram afetadas
pelo apagão na noite de terça- feira e demoraram para retomar o fornecimento. A demora ocorreu por conta do
tempo necessário para religamento das estações e volta da água à tubulação. No Rio, segundo a Companhia de Águas e Esgotos, cerca de 200 mil pessoas em 62 municípios atendidos pela empresa ainda sofrem pela desestabilização do  sistema.
A previsão da companhia é de que o serviço seja totalmente normalizado até o fim de sexta-feira.

‘Assunto está encerrado’, diz ministro Lobão sobre blecaute

O MINISTRO de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou ontem que o apagão que ocorreu em 18 Estados na noite da última terça-feira é “assunto encerrado”.
Ao sair de uma reunião com o presidente Lula e autoridades do governo do setor elétrico na tarde de ontem, o ministro disse que o blecaute não foi discutido. “Conseguimos restaurar o serviço em pouco tempo e já identificamos as causas”, justificou. A opinião, no entanto, não é um consenso. O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) já afirmou que a concentração de raios na região do problema foi média e não poderia causar o apagão.
Além disso, os raios não atingiram diretamente as linhas de transmissão. O mais próximo caiu a 2 km.

==============

OPINIÃO DO EDITOR

Como se não bastasse chever em SP e ficarmos ilhados em muitos pontos ou preso no transito, agora tem essa também, uma chuvinha e podemos ficar sem energia, isso sim é fragilidade do sistema.

Sob pressão, Uniban volta atrás em expulsão de aluna

Polícia, Ministério Público e MEC irão investigar o caso

Manifestação em frente a uniban de SBC

Manifestação em frente a uniban de SBC

A UNIBAN anunciou ontem que desistiu de expulsar a aluna Geisy Arruda. Ela foi hostilizada e humilhada por centenas
de estudantes no dia 22 de outubro após comparecer à aula com um vestido curto e teve de ser escoltada pela PM para sair do prédio. A instituição havia divulgado a decisão no último fim de semana e justificou o ato dizendo que a aluna demonstrou “atitude provocativa” e “o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar”.
Na tarde de ontem, quando se iniciava um protesto de estudantes e entidades ligadas aos direitos das mulheres em frente à unidade da Uniban em São Bernardo, a universidade divulgou a reintegração
da estudante. Investigação A delegacia de Defesa da Mulher de São Bernardo (SP) abriu ontem um inquérito para investigar o caso. Segundo a delegada Ângela de Andrade Ferreira Ballarini, o primeiro passo será ouvir Geisy. “O advogado da aluna entrou com um pedido para apurar acusações de injúria, difamação, constrangimento ilegal e um possível cárcere privado”, diz Ballardi.
O MEC (Ministério da Educação) pediu oficialmente ontem esclarecimentos à Uniban a respeito do caso. A instituição tem dez dias para responder. O Ministério Público Federal também anunciou que vai apurar e a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, ligada à Presidência da República, já havia se pronunciado para pedir que a universidade se explicasse.

“Devemos ouvir
a vítima ainda
nesta semana.”
Ângela Ballarini,
delegada

Desabafo
‘O problema são os alunos’

A aluna Geisy Arruda afirmou durante uma coletiva de imprensa na tarde de ontem que sente medo de sofrer novas agressões e é hostilizada na rua. Ela culpou os seus colegas pela polêmica: “O problema não é a roupa, são os alunos. Quando isso aconteceu, eu fiquei 40 minutos no ônibus [para chegar à universidade] e ninguém tentou passar a mão
em mim”. Geisy afirmou que não pretende mudar o modo como se veste. “Eu respeito todo mundo e exijo ser respeitada”, disse.

fonte: Jornal Metro

====================

PT deve ‘apertar’ base de Quércia

Petista quer disputar prefeitos do PMDB no Estado. Ex-governador defende apoio a Serra

Fabio Leite, f.leite@grupoestado.com.br

Apesar da “trégua” entre os dois caciques do PMDB em São Paulo, Orestes Quércia e Michel Temer – o primeiro defende a candidatura do governador José Serra (PSDB) à Presidência em 2010 e o segundo apoia a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT) -, o presidente do diretório estadual petista, Edinho Silva, disse que seu partido vai “disputar” a base peemedebista no Estado, para atrair apoio à candidata do presidente Lula.

“Vamos disputar a base do PMDB em São Paulo. Acredito que muitos prefeitos do PMDB vão apoiar a candidatura da ministra Dilma porque apoiam o governo do presidente Lula”, afirmou Edinho, em encontro na sede do PDT na capital. Lá, o PT e outros oito partidos, entre eles PSB, PC do B, PRB e o próprio PDT, anunciaram aliança para ter candidatura única ao governo de São Paulo.

Segundo Edinho, o assédio será feito no “diálogo” com prefeitos, mas, nos bastidores, petistas dizem que a estratégia inclui liberação de verbas do governo federal para prefeituras. A investida, contudo, deve gerar atrito com o ex-governador e presidente estadual da sigla, Orestes Quércia, que se aliou ao PSDB em troca de apoio a uma candidatura ao Senado.

Há duas semanas, Quércia levou 62 dos 65 prefeitos paulistas do PMDB ao Palácio dos Bandeirantes para reiterar apoio a Serra. O encontro representou um “levante” no Estado contra o acordo fechado por Temer entre o PMDB nacional e o PT por Dilma. “Isso (encontro de prefeitos) é coisa do partido. Não quer dizer que todos os prefeitos estarão com Serra e o PSDB”, afirmou Edinho.

A missão do petista, principal articulador do partido em São Paulo para as eleições, é montar um palanque forte no Estado para projetar o nome da ministra num colégio eleitoral tradicionalmente dominado pelo PSDB de Serra.

O impasse entre quem apoiar gerou irritação entre Quércia e Temer. Na última sexta, porém, ambos selaram “trégua”: Temer não tentará impedir a reeleição de Quércia ao comando estadual e, por sua vez, também não deve ter resistência na eleição interna nacional. O acordo envolveria ainda um pacto de não-agressão na corrida eleitoral de 2010.

Terreno para Ciro

Embora líderes tenham evitado falar em nomes para a candidatura única do novo bloco, o encontro deu indícios de que o favorito é o deputado federal Ciro Gomes (PSB-SP), como quer Lula. “A esmagadora maioria do PT já se manifestou a favor da candidatura Ciro”, afirmou o presidente estadual do PSB, Márcio França. “Estamos abertos a alianças para chapas majoritárias e coligações proporcionais”, disse o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini.

fonte: http://txt.jt.com.br/editorias/2009/11/10/pol-1.94.9.20091110.1.1.xml

Trabalho, aniversário surpresa e palestra, ufa… que dia.

Hoje foi um dia corrido, cheguei as 7:45 na empresa, fiquei sem almoço, saí as 16:00 (DSC03768com 30 minutos de crédito) e corri para uma festa surpresa para o Dr. Geraldo Alckmin, onde tive a oportunidade de falar com ele a cerca dos meus projetos e idéias para o cargo de Deputado Estadual que pretendo concorrer.

Encontrei amigos e pessoas que há tempos não via nas reuniões do partido, conheci o Assessor Especial Parlamentar do Deputado Estadual Milton Flávio, Wagner Pires, que é extremamente simpático e pretendo realizar alguns trabalhos em conjunto para trazer caras novas ao nosso partido.

Inclusive encontrei o Fefo (Fernando Guimarães) que é um cara legal e é assessor do Deputado Bruno Covas.

Por volta das 19:00 saimos da festa do Dr. Geraldo e corremos para uma palestra com a Senadora do PSDB-MS, Marisa Serrano, uma mulher surpreendente, bonita, elegante, de excelentes idéias. Disse a ela como a admirava e que estava a disposição para ajudar na campanha, sendo eu um coordenador da Juventude do PSDB da Capital de SP.

Sinpatissíssima me abraçou com carinho quando disse o quanto a admirava, agora afirmo que a admiro ainda mais. Mulher fantástica esta Senadora, me orgulho de ser membro do mesmo partido que ela. DepoisDSC03797 de uma seção de fotos com muitos militantes ela saiu do auditório e se foi, pois ainda tinha outros compromissos antes de voltar para Brasilia pela manhã.

É realmente uma mulher ímpar na defesa da Educação e dos direitos fundamentais da mulher.

Depois de tudo isso cheguei em casa, postei estas fotos no twitter e agora estou escrevendo este texto. Minha mulher já pergunta se não vou dormir, mas não podia fazer isso sem compartilhar tudo isso com vocês.

Um grande abraço a todos os leitores, meus votos de felicidade ao Dr. Geraldo Alckmin (@geraldoalckmin_ no twitter) e meus parabéns a Professora e Senadora Marisa Serrano que é definitivamente, uma mulher sem igual!